O que é?
Fratura do úmero proximal: acomete a parte de cima do osso do braço, junto ao ombro. É frequente em idosos após quedas da própria altura.
Fratura da diáfise do úmero: acontece no meio do osso do braço e exige atenção ao nervo radial, que passa bem próximo.
Fratura da clavícula: muito comum em quedas sobre o ombro, de bicicleta, moto ou durante esportes.
Sintomas mais comuns
- Dor intensa após queda ou trauma
- Inchaço e hematoma, que pode descer pelo braço
- Deformidade visível, especialmente na clavícula
- Dificuldade ou incapacidade de mexer o braço
Quando procurar o especialista?
- Imediatamente, em um pronto-socorro, após trauma com dor forte ou deformidade
- Para definir o tratamento definitivo após o primeiro atendimento
- Se a fratura não está consolidando como esperado
Em caso de queda com dor forte, deformidade ou perda de movimento, procure primeiro um pronto-socorro.
Como é feito o diagnóstico?
A radiografia confirma a fratura e o desvio dos fragmentos. A tomografia é útil em fraturas complexas para o planejamento cirúrgico. Também é avaliada a função dos nervos e vasos do braço.
Tratamento
Sem cirurgia
- Imobilização com tipoia ou órtese, conforme o tipo de fratura
- Controle da dor e acompanhamento com radiografias
- Fisioterapia no momento adequado para recuperar movimento
Com cirurgia
Fraturas com grande desvio, que atingem a articulação ou que comprometem a função podem precisar de cirurgia, com placas, parafusos ou hastes. Em alguns casos de fratura do úmero proximal em idosos, a prótese de ombro pode ser a melhor alternativa.
Perguntas frequentes
Toda fratura de clavícula precisa operar?
Não. Muitas consolidam bem com tipoia. A cirurgia é considerada em desvios importantes, encurtamento ou em situações específicas.
Quanto tempo leva para consolidar?
Depende do osso, do tipo de fratura, da idade e da saúde geral. Acompanhamos a consolidação com exames periódicos.

